A ARAN renovou o mandato de Rodrigo Ferreira da Silva que continuará na liderança da associação. "Temos propostas concretas para apresentar ao Governo", defendendo a importância do automóvel na economia nacional.
“O automóvel não pode continuar a ser apenas uma fonte de receita fiscal”, afirmou o presidente da ARAN, sublinhando que a nova direção irá apresentar ao Governo uma agenda de propostas concretas.
O objetivo é claro: garantir que o setor passa a ser visto como estratégico para a economia nacional e para a coesão social e territorial. Uma mudança de paradigma que, segundo Ferreira da Silva, é inadiável.
Com o parque automóvel nacional a envelhecer — a idade média dos ligeiros ultrapassou pela primeira vez os 14 anos (14,1) e, nos pesados, ultrapassa os 16 —, a ARAN quer assumir um papel mais ativo na renovação do parque circulante. Ferreira da Silva aponta a modernização e a digitalização como os dois grandes eixos estratégicos do novo ciclo.
A associação identifica também um novo desafio que está a moldar o mercado português: a crescente entrada de veículos elétricos de origem chinesa, impulsionada por preços mais acessíveis e uma estratégia agressiva de penetração no mercado europeu.
Nesse sentido, será dada especial atenção à formação, à qualificação técnica das PME do pós-venda, e ao acesso a dados e plataformas indispensáveis para acompanhar a complexidade das novas viaturas, cada vez mais eletrificadas e conectadas.
Durante o último mandato, a ARAN registou um crescimento de 36% no número de associados e assumiu uma presença reforçada nas instâncias europeias. Passou a ocupar posições de destaque na CECRA e na CLCCR, e tornou-se membro fundador da nova AME – Automotive Mobility Europe.
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