Queixas da Associação Nacional de Cuidados Continuados, nesta terça-feira em que se assinala o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
O presidente da Associação Nacional de Cuidados Continuados, José Bourdain, denuncia, na Renascença, que os atrasos nas vistorias do Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT) estão a dificultar o trabalho das instituições de solidariedade que fazem transporte de deficientes.
“Infelizmente, praticamente tudo o que é público demora demasiado tempo e, por aquilo que tenho falado recentemente com alguns carroçadores, os tempos melhoraram muito ligeiramente, mas mantêm-se atrasos muito consideráveis, nomeadamente entre seis meses a um ano, para se conseguir uma vistoria de uma viatura que está pronta, chave na mão, e que pode ser usada”, denuncia.
A situação afeta “igualmente o serviço de ambulâncias, porque há vários carroçadores que têm viaturas, quer para transporte de pessoas com deficiência quer ambulâncias, paradas seis meses, nove meses, um ano, à espera de uma simples inspeção quando os carros estão prontos a usar”.
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A Associação Nacional do Ramo Automóvel (ARAN), entidade da qual são associadas as empresas que transformam viaturas, enviou uma carta ao IMT alertando para os prejuízos que a situação acarreta. Bourdain admite que, na sequência dessa iniciativa, “os procedimentos no IMT melhoraram ligeiramente”, mas “as vistorias deveriam ser feitas num espaço de tempo razoável”.
"Por razoável, entendo que deveriam fazer-se no espaço de uma ou duas semanas porque, quando vamos a um stand comprar um carro, a sua matricula sai no espaço de uma semana”, argumenta.
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Confira o artigo na íntegra aqui: Atrasos nas vistorias do IMT estão a dificultar o trabalho de transporte de deficientes - Renascença



